quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Lavras e o Carnaval

Sem imagens pois as duas vezes que saí não levei a minha maquina fotográfica...
Minhas observações são que o povo está abandonado pelo poder público. O poder público federal manda uma musiquinha de que "lugar de mijão é no banheiro" mas estimula o consumo de alcool permitindo que as companhias cervejeiras mandem propaganda em massa no povão.A obrigação do poder público é fornecer o básico para que o povo possa se movimentar na cidade. Os bares fecham as suas portas pois não lhes interessa mostrar que não possuem banheiros e se possuem são inusáveis não passariam no teste da higiene. O povo vai p as ruas, consome bebidas alcoolicas ou não e precisam, por serem humanos, darem saída ao que entrou, então é obrigação do poder público disponibilizar banheiros públicos. Na Holanda há banheiros químicos espalhados por toda parte o tempo todo, um governo que governa para seres humanos e sabe de suas necessidades. Aqui o povo não pode ser humano o povo é massa de consumo, não tem face e não tem necessidades humanas, e deve "congelar", não pode mijar... e outras necessidades igualmente humanas. Nesse caso acho que deveria o poder público oferecer aos cidadãos um Kit Carnaval que além da camisinha, deveria oferecer um pipimóvel ou um tampão.
É ridículo como se governa no Brasil, risível. A massa nas ruas numa vontade louca de se divertir e com regras de como se divertir impostas por quem sequer se apresenta, gente que governa de seus escritórios com ar condicionado, de suas fazendas e sítios ou praias que é para onde vão para se divertir.As regras impostas para os foliões por gente que está em suas viagens longe das ruas. Enfim o carnaval de Lavras é um abandono total do poder público, o povo este sabe se divertir até com um mínimo de condições... mas quando o poder público se manifestar para dar palpite ou ridicularizar o povo, que ele se lembre que de regras impraticáveis o povo anda cheio. Quer povo educado dê ao povo condições de ser educado, quer povo ecologicamente participante forneça os instrumentos necessários, quer povo praticando cidadania seja o poder público o primeiro a dar exemplo. Políticos ausentes governo inexistente.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Fonte de água ou piscina de mosquitos????




Esta aí é uma triste imagem da fonte de águas da nossa bela Praça Dr. Augusto Silva.O que deveria nos encher de prazer estético hoje nos oferece uma triste imagem, um espaço de lodo e mosquitos.Não entendo porque a Prefeitura não usa esse espaço nobre de uma melhor forma. Se é caro manter a fonte funcionando, iluminada, tem que acabar com ela substituindo-a por algo belo, útil e permanente.Soube por fontes da Prefeitura que é gasto um valor elevado para afastar dali os mosquitos da dengue, obviamente é o mínimo que a prefeitura tem que fazer.Mas mesmo assim não justifica. Compreendo que a fonte pode ter para alguns um valor sentimental. Mas a cidade é um organismo vivo que precisa mais do que sentimentalismo para ir para frente. Não podemos sempre estar ao redor daquele espaço e pensar:Nossa aqui seria uma bela fonte se funcionasse... ou então:´porque será que numa praça tão bem cuidada deixam uma piscina para mosquitos???
Pessoas sempre estão alí sentadas olhando desoladamente para aquilo, crianças poderiam utilizar o espaço, ou mesmo jovens poderiam utilizar. Fica minha sugestão que tal uma pista de skate ou bike seria uma ótima forma de atrair jovens e oferecer um local para competições.

Quanto a fonte eu mesma presenciei sua inauguração e sim era muito bonita por isso dá mais tristeza vê-la naquelas condições.

Venda de cachorros na Praça e cachorros abandonados pela cidade.




Duas fases que não se completam. A entusiástica venda de cachorros na praça onde os filhotes nos fazem sorrir e a face cruel da realidade. Os cachorros depois, abandonados por seus donos em busca de comida no lixo pela cidade. A minha sugestão é que junto com a venda se faça cadastro e se entregue um manual de cuidados e custo de manutenção. Pode ser um sonho mas essa seria a verdadeira postura do cidadão consciente.